Presas de Westgate – Parte 10

Personagens:
Salantis Delvendor
(Cleric / Morning Lord – Humano) – Fábio


Glimwick Hodgefoodle
(Rogue / Artificer – Gnomo) – Robert

Lucien Petrus
(Wizard Evoker – Humano) – Tárik


H’aer Al’delain

(Fighter – Humano) – Cássio

Mestre de Jogo: Raphael


Morte Encarnada

O Abismo das Teias

A espada Mordekay contou estórias sobre seu antigo mestre explorando as montanhas em busca do lar de Mourgrim e que havia passagem secretas dentro do abismo. O grupo passou a noite nas montanhas e continuaram a seguir a trilha para o abismo na manhã seguinte.

09_abismo4

Cruzaram um desfiladeiro horripilante infestado de teias e pequenas aranhas, felizmente só encontraram esqueletos de aranhas gigantes no local e cadáveres de presas pegas nas teias, estavam perto do abismo. Encontraram a entrada para o abismo na encosta da montanha, o zumbido de vapor era alto e dava sentir o cheiro de enxofre e o calor emanando na entrada. Algo dizia que seria uma longa e profunda viagem dentro da montanha.

A descida era íngreme pelo abismo, tentando seguir um caminho pela encosta e evitando o meio que estava repleto de teias e casulos de aranhas gigantes. Era possível ver nas paredes tocas de aranhas do tamanho de cavalos, o grupo usou tochas para manter as criaturas à distância até pelo menos chegar ao fundo da montanha.

09_abismo2

Nas profundezas da montanha a luz do sol não chegava mais, as paredes e o chão possuíam fumarolas ensurdecedores expelindo vapor e calor, logo abaixo de seus pés era possível sentir vibrações, deveria haver uma saída de magma em algum ponto. Mais a frente encontraram uma imensa ponte natural de pedra e abaixo dela um rio incandescente de magna corria e iluminava as grutas pode onde passagem. O calor seria insuportável senão fosse pela espada Mordekay, que magicamente conseguia reduzir a temperatura para de seus aliados não morrerem pelo calor intenso.

Chegando do outro lado do rio de fogo, o ar ficou carregado por enxofre e uma respiração profunda fazia o chão tremer sob seus pés. Estavam perto demais do lar de Mourgrim, uma tensão tomou o ar, todos andavam cada vez mais devagar e com menos iluminação. Glimwick fez um sinal para todos ficarem parados, o gnomo olhou para chão e encontrou algumas moedas de ouro espalhadas, se arriscou a andar um pouco mais a frente, quando viu uma imensa garra reptiliana a poucos metros encravada na rocha, tinha escamas vermelha de cor viva e garras desgastadas do tamanho de uma lança de balista — rapidamente Glimwick apagou sua tocha e ficou em silêncio!


Morte Cega

09_abismo3

Todos se esconderam atrás dos pilares de pedra e permanecerem imóveis, olhando com mais atenção, Glimwick vê uma forma reptiliana colossal deitada sobre pilhas de moedas reluzentes. A pouca luz na caverna permite ver suas garras encravadas na pedra e sua cabeça dracônico com chifres espiralados, suas narinas abriam e fechavam vagarosamente, fazendo sua respiração se misturar com os sons dos vapores. Toda neblina e luz avermelhada deixava o ambiente infernal, não conseguindo ver e ouvir direito.

Desaparecido por muitos anos, Mourgrim está apenas hibernando, seu tamanho continuar amedrontador e possivelmente mantêm sua letalidade. Mas o objeto do grupo era encontrar os Máscaras da Noite neste lar, Doleac está aqui por algum motivo. Glimwick cautelosamente investigou o lar do dragão, procurando rastros, cavernas ou passagens. Encontrou em meios às paredes irregulares de pedra derretida, uma parede intocada, invés de rocha bruta, blocos de pedras reluzentes, esta parede estava infelizmente localizada atrás de onde dormia o Dragão.

09_abismo5

Todos ficaram tensos quando o gnomo se aproximou andando pelo teto como uma aranha, graças ao seu anel, por cima da besta, até chegar nesta parede. Chegando mais perto ficou fácil perceber um portal, com uma imensa porta maciça do mesmo tipo de pedra contendo inscrições. Esta parte da caverna era nova, não fazia parte do lar. Ao que parecia o Dragão era como um guardião da passagem.

As runas da porta remetiam a um encantamento de proteção contra detecção e tele transporte, com uma marca de forma estranha, não parecia uma fechadura convencional apesar das saliências, Glimwick não descobriu uma maneira de abrir. Com cuidada o gnomo transferiu os desenhos usando carvão e um pergaminho. A respiração do Dragão se se tornava mais intensa com o gnomo por perto. Com medo de seu cheiro ser notado, Glimwick ficou o mesmo tempo possível no lugar, podendo ser esmagado apenas por uma das patas.

Lucien e Salantis analisaram o desenho, enquanto H’aer e Glimwick estavam cada vez mais preocupados com tempo que estão passando ali dentro. O mago reconheceu o desenho, o método era familiar, idêntico que seu pai, Evendur utilizada ao criar mecanismos de portais, tele transporte, viagem extra planar, etc. O desenho principal tinha o um símbolo usado como identificação de Evendur. Lucien puxou de seu pescoço a corrente com a chave que Evendur lhe deixou, o desenho e proporção se encaixavam quase que perfeitamente. Glimwick voltou ao portal com a chave.

Anúncios
Esse post foi publicado em Forgotten Realms, Presas de Westgate e marcado , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s