Um Punhal na Madrugada – Parte 4

Um Punhal na Madrugada  (Leia a Parte 3)

Personagens:
Myrtana Hun’ett
(Feiticeira 9º Nível – Drow) – Fábio


Hamelim
Amarilis
(Bardo 12º Nível – Halfling) – Jean

Ingo
(Bárbaro 11º Nível – Meio-Orc) – Sammy


Ogglin Elkdur

(Ladino 8º Nivel – Svirfneblin) – Mauro

Mestre de Jogo: Raphael

No ano de 1372 da Magia Selvagem – Western Heartlands, Athkatla

Cruzando os Picos da Neblina

Na noite em que viajaram para o norte em direção às minas de Nashkel, não demorou para assassinos Zenth descobrirem sua localização e tentarem matá-los antes de seu destino. Por duas noites foram atacados por assassinos e feiticeiros, extremamente perigosos e fanáticos, o grupo mal conseguiu sair vivo desses encontros, mais uma noite não iriam conseguir sobreviver desta maneira, Faltando uma noite para Nashkel, deixaram a montaria na estrada e cortaram caminho pela floresta, imaginando que poderia evitar mais agentes Zenth.

O plano funcinou e chegaram à uma enorme pedreira repleta de tuneis de minas conhecida como Nashkel, próxima era possível escutar a taverna e o pequeno vilarejo. Enquanto Myrtana disfarçada sob um ilusão estava na taverna procurando informações sobre o Lord Dalibras, o restante do grupo percebeu nas minas quandes quantidades de metal e pedras preciosas sendo retiradas e levadas em carroças no meio da noite. Descobriram que não havia soldados protegendo a cidade, na taverna relutantemente ninguém comentava sobre o assunto por muito medo de morrer pelas mãos de assassinos Zenth, mas Myrtana com com seus encantos conseguiu extrair informações de um mineiro – os soldados foram rendidos e são prisioneiros no acampamento na floresta, assassinos zenth estão na vila evitando que ninguém saia de lá, todos estão com medo e não saem de suas casas, os mineiros dentro das minas são escravos há semanas. Algo precisava ser feito, era este o segredo que Lord Dalibras guardava antes de morrer.

O acampamento Zentharim

Seguindo os rastros pela floresta chegaram a um acampamento de prisioneiros, encontraram dezenas de soldados presos de Nashkel e uma tropa fortemente armada Zentharim sendo liderada por ninguém menos que o Bruxo Malevitch, agora com mantos vermelhos revelando sua verdadeira face não-humana Zenth, montado em um réptil com asas de morcego, parecendo alguma aberração demoníaca.

O grupo esperou até a madrugada enquanto a maior parte das tropas se dirigiam à fronteira. Um grupo de vinte soldados permaneciam no acampamento para manter a pequena guarda de Naskhel sob controle, que não passavam de dez soldados desarmados e acorrentados. O ladrão e o bardo roubaram as chaves das correntes, caminhando entre as sombras chegou até os soldados e os libertou sem alarde, avisando que aguardassem seu comando para revidar e tentar tomar o acampamento. Eles sabiam que iriam precisar subjugar o poderoso líder Malevitch, sem ele capturado o mais rápido possível, nenhum soldado teria chance em batalha contra sua magia.

Um soldado Zenth percebeu a movimentação, antes que pudesse avisar o encantador, Ingo deu comando de ataque, a proporção do ataque estava em desvantagem, soldados cruzaram espadas em meio ao caos do acampamento, lampiões caíram nas tentas fazendo um inferno de chamas ao redor. A elfa negra aproveitou a distração para contornar as chamas e emboscar Malevitch, com o gnomo e o halfling ao seu lado. A batalha estava sendo ganha pelos Zentharim com seus cães de guerra e armaduras pesadas, o bárbaro Ingo liderou as tropas o melhor que pode rompendo os escudos pesados e quebrando ossos dos enimigos a cada golpe violento de seu escudo e machado.

Em uma maré de sorte as duas tropas igualam-se numericamente, por um momento faz um breve silencio enquanto os corpos ainda quentes ao chão são pisoteados e Malevitch que estava em cima de sua besta golpeando com relâmpagos seus oponentes, é atacado pela elfa e seus aliados, mas não percebem que tinha mais alguém os observando-  uma sombra se movendo entre os clarões das chamas da fogueira.

O mongue silencioso como uma víbora se aproximou do halfling e com uma pequeno gesto de suas mãos o paralisou, no exato momento que Ingo percebeu o que havia acontecido do outro lado do acampamento, Sahbuti sendo muito mais hábil desarma o meio-orc e o nocauteia com um golpe certeiro em sua garganta, paralisando-o por alguns segundos. O svifneblin não é páreo sozinho contra o monge, que conjura outro feitiço imobilizando-o. Myrtana ilesa se aproxima cautelosa, mas para a surpresa de seus aliados indefesos, ela apenas sorri para Sahbuti e caminha para seu encontro. Canalha! (pensam alguns jogadores).  Malevitch não parece surpreso, apenas satisfeito com seu plano.

A batalha cessa por um instante e é dada como sem esperanças para os poucos soldados sendo cercados pelas tropas Zentharim, soltando as armas ao chão e preparando-se para o inevitável fim!

Continua na Parte 5

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Uma resposta para Um Punhal na Madrugada – Parte 4

  1. frozzzt disse:

    Myrtana: traição tá no sangue!

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