Um Punhal na Madrugada – Parte 3

Um Punhal na Madrugada  (Leia a Parte 2)

Personagens:
Myrtana Hun’ett
(Feiticeira 9º Nível – Drow) – Fábio


Hamelim
Amarilis
(Bardo 12º Nível – Halfling) – Jean

Ingo
(Bárbaro 11º Nível – Meio-Orc) – Sammy

Ogglin Elkdur
(Ladino 8º Nivel – Svirfneblin) – Mauro

Mestre de Jogo: Raphael

No ano de 1372 da Magia Selvagem – Western Heartlands, Athkatla

Em Athkatla

Disfarçados de mendigos, entraram em Athkatla usando feitiços ou pequenos truques para esconder suas faces marcadas, pois soldados do Punho Flamejante estavam em toda parte. A cidade era a maior que já haviam visto, repleta de mercantes, caravelas e mercenários, foi mais fácil do que imaginavam se misturar aos  miseráveis da cidade.

Fazendo perguntas na taverna,  Myrtana logo chamou a atenção de um discípulo da deusa da noite, um membro da ordem dos monges da Lua Negra, servidores de Shar, Sahbuti Shanardanda, uma pessoa perigosa e metódica do submundo, não tendo compaixão por nada e ninguém, ficou interessado em sua estória sobre um espião Zentharim, pois um espião vivo poderia valer muito, a ordem de sempre está a procura de oportunidades para usar pontos fracos como este, para desestabilizar uma  protegida por Bane, um dos deuses rivais de Shar.

Enquanto Ogglin e Myrtana estavam envolvidos com a perigosa ordem da Lua Negra – Ingo e Hamelim passaram maus bocados quando um Harpista os identificou na cidade, sendo rendidos e tendo que contar uma longa e quase inacreditável estória como foram incriminados e fugiram de Purskul. Uma elfa chamada Talindra simpatizou com o halfling e seu enorme guarda costas meio-orc, resolver tentar ajudá-los. Informantes Harpistas viram Lord Dalibras em Nashkel, os boatos dizem que os Zentharim estavam envolvidos nos saques das minas mas não tinham provas, fazendo a cidade de Baldur’s Gate acusar Athkatla de ser responsável pelos ataques. Talindra explicou que isso facilmente poderia ocasionar guerra, corte de suprimentos é uma artimanha usada pelos Zentharim para causar conflitos e enfraquecer enimigos, antes de um ataque.

Todos os fatos unidos levaram o grupo a acreditar que o espião assasinato no barco com eles tinha provas do envolvimento dos Zentharim, por isso Malevitch impediu sua fuga para Athkatla.

Tudo parecia levar à Nashkel, o lugar para conseguir provas e talvez saber por onde andou Lord Dalibras. Já que ir enfrentar o Forte do Punho Flamejante para pegar Malevitch estava fora de cogitação, talvez atraí-lo para longe possa ser possível, se ele souber que estamos vivos, ele pessoalmente queira cuidar disso sem envolver testemunhas.

Algumas noites discutindo planos, Sahbuti Shanardandalogo se envolveu com o grupo com uma oferta que não poderia ser recusada: Sahbuti garantiu que conseguiria transporte seguro para a cidade Nashkel, assim como fazer que Malevitch  os encontrassem em Nashkel, sozinho. A ordem de Sahbuti possuía espiões em toda Amn observando aliados e enimigos se movimentando pelas estradas.

O trato com a Lua Negra

O favor não veio de graça, em troca Sahbuti quer que seja roubado do templo de Selûne sua jóia mais preciosa, um tomo lendário que está no templo sobre proteção de magias de Shar. Relutantes, exceto por Myrtana, o grupo aceitou este preço alto de conseguir sua chance de capturar o bruxo zenth. A aventura dentro do grande templo de selûne precisou de muito esforço. Invadiram naquela madrugada o templo, subjugaram guardas e proteções mágicas, por fim conseguiram o precioso tomo, pego por Hamelim, que parecia consternado com o absurdo da situação que tinha que passar, roubar de um templo que nunca lhe faz mal antes.

Sahbuti ficou satisfeito em receber o tomo das mãos de Hamelim. Myrtana tinha conseguido um aliado em Athkatla, enquanto Ingo e Ogglin estavam cobrando o monge pela sua parte do trato.

No dia seguinte Ogglin viu algo suspeito sob a cama do halfling, o tomo de selûne – incrédulo, Ogglin não acreditou que Hamelim teria conseguido roubar de Sahbuti o tomo novamente, então o gnomo colocou o halfling contra a parede enquanto estava sozinho, acusando ele de decretar a morte de todos por roubar novamente o livro! Mas Hamelim revelou que Sahbuti nunca pôs as mãos no verdadeiro tomo, explicou que dias antes do roubo, encomendou com a ajuda da Harpista Talindra uma falsificação do tomo, dando a cópia ao monge e o original irá voltar para o templo – disse  halfling com um sorriso amarelo encarando Ogglin. O gnomo soltou gargalhadas ao ouvir a estória incrível e disse ao halfling que pagaria um saco de ouro para ver a cara dos monges da lua negra quando daqui há alguns anos perceberem que nunca tiveram o original! Hamelim e Ogglin concordaram em deixar isso somente entre eles, Myrtana não iria ficar contente em saber a verdade em nenhuma circunstância…

Continua na Parte 4

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